
Neste ano, completam-se 50 anos de sua morte trágica em que foi encontrada morta por overdose de barbitúricos. A morte, em si, já foi bem misteriosa tendo desaperecido o laudo da necrópsia, pessoas ouvindo barulho de helicóptero e sirene de ambulância (antes mesmo da empregada encontrar Marylin).
Mas o que realmente importa, depois de todos esses anos, é o mistério por detrás da lenda que Marylin foi. Ninguém sabe, da fato, a mortal que ela era. O que resta registrado por pessoas que a conheceram, que conviveram com ela é que Marylin Monroe ou Norma Jeane Mortenson (ou Jane, como gostava de ser chamada antes de se tornar Marylin) era encantadora como uma criancinha e sedutora como uma deusa, quando queria.
"...todo mundo está sempre pegando no seu pé. Todos querem uma parte sua. É como se eles tirassem pedaços de você. Acho que eles nem percebem, mas é 'faça isso, faça aquilo..' mas você quer ficar intacta - intacta e sobre dois pés". Marylin Monroe
Na minha opinião, pelo que eu li e pude assistir, ela não era um anjo, nem um demônio. Marylin era perturbada, sim, mas, acredito, que ninguém quis ver isso e ajudá-la de fato e quem pôde não conseguiu fazer isso. Ela era complexa, mas, não, ela não era má pessoa. Ela podia ser o maior símbolo sexual do mundo, mas era extremamente insegura. Era espontânea e esse era o seu talento. Marylin tinha plena consciência do que fazia e das reações que ocasionava, mas para ela tudo era uma grande diversão e ela mergulhava naquilo numa tentativa de se salvar, de ser feliz. Porque feliz, de fato, ela nunca foi de verdade.
"Sou apenas uma garotinha em um grande mundo tentando encontrar alguém para amar". Marylin Monroe
Depois disso, não tenho mais nada a dizer...